Ricardo Cullen
29 jun, 2026
Richard Cullen, da BLINK, explica como enormes pipelines de dados, armazenamento e fazendas de renderização possibilitam visuais imersivos em 16K para o Sphere em Las Vegas e outras produções ao vivo.
Neste episódio de The Data MovementNo programa, o apresentador Paul Langston conversa com Richard Cullen, diretor técnico da BLINK, para explorar os fluxos de trabalho que impulsionam a produção ao vivo do Sphere em Las Vegas — um dos espaços imersivos mais avançados do mundo.
Richard oferece um olhar por trás das câmeras sobre o que é necessário para produzir conteúdo em uma escala sem precedentes.
Trabalhar com resoluções de até 16K impõe novas exigências em todas as etapas, desde a criação e renderização até o armazenamento e a reprodução. Cada fotograma contém mais detalhes, cada decisão gera mais dados e cada fluxo de trabalho precisa se adaptar.
Arquivos de grande porte trafegam continuamente por fluxos de dados que precisam ser rápidos, flexíveis e confiáveis. A iteração acontece em grande escala, com cada versão adicionando conteúdo a um crescente conjunto de trabalho que precisa ser fácil de gerenciar e acessar.
Olhando para o futuro, essas demandas só tendem a aumentar. Telas maiores, resoluções mais altas e formatos mais imersivos continuarão a impulsionar os fluxos de trabalho de produção e o ecossistema de dados que os suporta.
Neste episódio, você ouvirá sobre:
À medida que as experiências imersivas evoluem, uma coisa é clara: a expansão das possibilidades criativas exige uma infraestrutura de dados que possa ser dimensionada na mesma proporção.
Diretor sênior, marketing integrado e de marca